Rio Branco Atlético Clube


INFORMAÇÕES GERAIS
Fundado em: 21 de junho de 1913

Endereço: Rua Barão de Mauá, 181, Terceiro Pavimento, Jucutuquara – Vitória ES
CEP: 29.040-860

Grupo Gestor
Presidente: César Franklin Costa
Diretor Administrativo: Marcos Wagner Jesus Servare Junior
Diretor de Marketing: Luciano Fernandes Mendonça
Diretor Financeiro: Sérgio Luiz Lugon Grecco
Secretário Geral: Lucas Negrelli Nicolini
Presidente do Conselho Deliberativo: Antonio Luiz Rosa
Vice-Presidente do Conselho Deliberativo: Bruno Mian Carlos Lima
Presidente do Conselho Fiscal: Felipe Zamperlini Boff

Contato
Tel: 27 3315-7393 / 98834-5895
Secretaria: secretaria@rbac.esp.br

Mídias Sociais
Facebook: www.facebook.com/riobrancoatleticoclube
Instaram: www.instagram.com/riobrancoes/
Twitter: twitter.com/riobrancoes
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Sócio Torcedor
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Imprensa
Telefone: 27 9.97857697 (Rafael Gomes)
E-mail: imprensa@rbac.com.br

O Rio Branco Atlético Clube foi fundado em 21 de junho de 1913, na cidade de Vitória, no Espírito Santo.Também conhecido como Capa-Preta e Brancão, o clube coleciona vários títulos estaduais do Espírito Santo, somando 37 campeonatos da Série A, além de ser bicampeão pela Série B (2005 e 2018) e campeão da Copa ES (2016). O clube já disputou as séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro.

Em 21 de junho de 1913 nascia o clube criado por Antonio Miguez, José Batista Pavão, Edmundo Martins, Nestor Ferreira Lima, Gervásio Pimentel, Cleto Santos, entre outros, pois não podiam jogar nos clubes de futebol da época. Portanto, resolveram fundar o Rio Branco Atlético Clube. Nasceu com o nome de Juventude e Vigor, mas em 10 de fevereiro de 1914 resolveram homenagear o então Chanceler José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão de Rio Branco.

Depois de ganhar dois estaduais seguidos (1982 e 1983) e ser terceiro lugar em 1984, o Rio Branco conquistou o título de 1985 diante de 27 mil torcedores e garantiu vaga no Campeonato Brasileiro da Série A de 1986. Também disputou o Brasileiro da Série A de 1987.

Ao passar por uma reestruturação administrativa em 2006, o Rio Branco voltou a ter credibilidade. A venda do seu estádio ao governo, em 2008, levantou verba para pagar suas dívidas e para a construção de um centro de treinamento. Dentro das quatro linhas, essa reestruturação rendeu frutos. O time chegou a quatro finais em três anos: Copa Espírito Santo em 2008 e 2009 e Capixabão em 2009 e 2010. Na última, o gigante capixaba conseguiu sua redenção conquistando o título depois de 24 anos.

Na Copa Espírito Santo de 2016, o Rio Branco chega a sua quinta final na história dessa competição. No jogo de ida da final, contra o até então atual campeão da competição, houve empate em 1 a 1 no Estádio Engenheiro Araripe. Já no jogo da volta o clube derrota o Espírito Santo por 2 a 0 no Estádio Kleber Andrade e conquista o título pela primeira vez em sua história e vaga inédita na Copa Verde, depois de empreender uma boa campanha na competição, com 24 gols marcados, 6 gols sofridos, 7 vitórias, 4 empates e apenas uma derrota.

No Campeonato Capixaba de 2017, o clube sofre seu segundo rebaixamento na década. No ano seguinte, retornou à Série A ao conquistar o título da Série B em cima do Estrela do Norte.

A TROCA DE NOME
De Juventude e Vigor para Rio Branco.

Um pouco depois de sua fundação, alguns de seus fundadores, convidados pelos jovens de 14 a 16 anos, não se sentiram bem com a denominação, pois não eram mais adolescentes e lembraram que os demais fundadores também deixariam de sê-los. Neste período, o Juventude e Vigor também ‘amadureceu’, com a adesão dos jogadores do Rui Barbosa.

Pedido feito e aceito. A decisão, em uma reunião realizada em 10 de Fevereiro de 1914, foi rápida e uma afirmação com referência aos acontecimentos que marcavam a história republicana daquele tempo: homenagear o Chanceler José Maria da Silva Paranhos Júnior, conhecido como o Barão de Rio Branco. Saía de cena o nome “Juventude e Vigor” e surgia o RIO BRANCO FOOTBALL CLUB.

A TROCA DE CORES
De Auri-verde para Alvi-negro

A mudança de nome não atingiu as cores verde e amarela da bandeira do clube e do uniforme do time. Segundo o jornalista Oscar Gomes Filho, tudo leva a crer que a decisão de mudança de cores ocorreu em uma reunião realizada em 20 de Maio de 1917. Segundo o ex-presidente Luiz Gabeira, “o verde e o amarelo desbotavam muito, eram cores ingratas”. O problema com cores não era exclusivo do Rio Branco. O Clube de Regatas Flamengo, que outrora defendia as cores azul e amarela, também decidiu modificar suas cores para vermelho e preto. E, pelo país afora, casos semelhantes se repetiram.

Na hora de escolherem a nova cor, Giberto Paixão, que aderira ao clube em companhia da maioria dos ‘ex-jogadores’ do Sul América, fez a sugestão aos companheiros: “Vamos colocar o preto e branco, que pegam muito bem, como era na camisa do Sul América”. Querido pela educação que tratava a todos e admirado e respeitado pelas qualidades técnicas que faziam dele o melhor jogador do time e de Vitória, Paixão teve a idéia aclamada pelos companheiros. O clube adotava, assim, as cores que, para alegria de Paixão, eram não apenas do extinto Sul América, mas também do Botafogo, do Rio de Janeiro, clube pelo qual outros meninos torciam (o clube carioca, por sua vez, adotara o preto e branco, em sua fundação, numa imitação ao Juventus da Itália).

2010: O Campeão Voltou

O Rio Branco ficou conhecido como o maior papão de títulos do futebol capixaba e um dos maiores ganhadores de títulos estaduais em todo o país. Até 1985, em 72 anos de história, o clube ganhou 35 títulos estaduais. Contudo, após um período muito conturbado e de imensas dificuldades financeiras e administrativas, o grande campeão estadual perdeu sua força. Foram 24 anos sem conquistas de um título da 1ª divisão.

Com uma nova Diretoria, com o apoio de alguns importantes patrocinadores e após um forte trabalho de reestruturação e, principalmente, com o apoio de sua apaixonada torcida, o clube voltou a ser protagonista do futebol capixaba. A nova Diretoria, composta por Maurício Cézar Duque, Paulo Ruy Carneli, Gradiston Coelho da Silva, Rommel Dias Rubim, Antônio Renato Fermo, Pedro Paulo Braga Bolzani e Edson Maurílio De Angeli, sob a presidência do primeiro, em seus primeiros anos de gestão disputou 4 campeonatos e chegou a 4 finais.

Em 2008, disputou a final da Copa ES e ficou com o vice-campeonato. Em 2009, disputou a final do Capixabão e também ficou com o vice-campeonato. Outras finais e outros vice-campeonatos aconteceram em 2009 e em 2012, desta vez na Copa ES.

Em 2010, a redenção. Depois de 25 anos, o último título estadual havia sido em 1985, o Rio Branco voltou a ser Campeão Estadual. O 36º título de sua história foi conquistado no dia 05 de Junho de 2010. O campeão havia retornado! O campeão voltou!

Meu Rio Branco, meu sonho, meu clube
Sempre que o vejo, sou todo emoção
Meu Rio Branco, sua raça, suas taças
Ficaram marcadas no meu coração.

Para onde for, lá também estarei
De corpo e alma sempre torcerei
Meu Rio Branco, lancei-me em seus braços
Você é culpado do amor que lhe dei.

Não posso evitar o pranto
Ao vê-lo brilhar em campo
Suas cores, sua bandeira
Traduzem luta e certeza
De que você é o maior
E pra mim não existe melhor.

Meu Rio Branco, seus anos são glórias
São toda a prova do meu bem querer
Meu Rio Branco, toda a sua história
Trago na memória com todo prazer.

Se é na vitória ou mesmo na derrota
Vê-lo na luta é nunca vê-lo ao chão
Meu Rio Branco, de mim dependendo
Pra seguir em frente nunca direi não.

Não posso evitar o pranto
Ao vê-lo brilhar em campo
Suas cores, sua bandeira
Traduzem luta e certeza
De que você é o maior
E pra mim não existe melhor.

Letra e Música atual do Compositor Kleber Corradi

Bandeira
http://www.capapreta.com/institucional/bandeira

Série A do Campeonato Capixaba (37 títulos)

1918, 1919, 1921, 1924, 1929, 1930, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1941, 1942, 1945, 1946, 1947, 1949, 1951, 1957, 1958, 1959, 1962, 1963, 1966, 1968, 1969, 1970, 1971, 1973, 1975, 1978, 1982, 1983, 1985, 2010 e 2015.

Série B do Campeonato Capixaba (2005 e 2018)

Copa Espírito Santo (2016)

Torneio Início do Espírito Santo
1918, 1920, 1921, 1924, 1925, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1935, 1936, 1940, 1942, 1947, 1956, 1957, 1959, 1962, 1964, 1968, 1969 e 1970.

Taça Cidade de Vitória
1918, 1919, 1921, 1924, 1929, 1930, 1934, 1935, 1936, 1937, 1938, 1939, 1941, 1942, 1945, 1946, 1947, 1949, 1951, 1957, 1958, 1959, 1964, 1965, 1967, 1969 e 1971.

Resultados

Copa ES - Sub 17 - Fase Final
Camp Nou – Barcelona, Serra

Copa ES - Sub 17 - Fase Final
José Olimpio da Rocha, Aguia Branca

Copa ES - Sub 17
Sumaré, Cachoeiro de Itapemirim

Copa ES - Sub 15
Sumaré, Cachoeiro de Itapemirim

Copa ES - Sub 17
Camp Nou – Barcelona, Serra

Copa ES - Sub 15
Camp Nou – Barcelona, Serra

Copa ES - Sub 15
Camp Nou – Barcelona, Serra

Copa ES - Sub 15
Estádio Joca Soares, Marataizes

Copa ES - Sub 17
Estádio Joca Soares, Marataizes

Copa ES - Sub 15
Camp Nou – Barcelona, Serra

Copa ES - Sub 17
Camp Nou – Barcelona, Serra

Copa ES - Sub 17
Campo do Guarani – Jacaraipe, Serra

Copa ES - Sub 15
Campo do Guarani – Jacaraipe, Serra

Copa ES - Sub 17
Camp Nou – Barcelona, Serra